Resenha sobre o Filme Projeto Gemini (PARTE FINAL)

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Principalmente porque na maior parte do tempo se o efeito não estiver perfeito diríamos  que está bem proximo, mas assim, claro se agente for bem rigoroso e observar com olhos do futuro aí sim iremos conseguir notar alguns deslizes em momentos pontuais. Nesses casos diríamos que os artistas digitais tiveram dificuldade com o buço, que nos lembra o muito criticado buço do Superman em Liga da Justiça que teve que ser recriado digitalmente para tirar o bigode, e em algumas momentos, não sabemos se foi sempre, Will Smith teve os movimentos faciais rastreados enquanto estava com o cavanhaque; a pele também, às vezes, ficou com um aspecto meio plastificado e nao reagindo muito bem à uma iluminação mais complexa. E por fim, o que conseguiram com o olhar é muito bom mas é oscilante, às vezes o olho responde perfeitamente às vezes parece meio perdido, então essas são sutis fragilidades que quando intercaladas ficam muito difíceis de perceber é só realmente quando são reunidas em um mesmo momento aí sim dá aquela sensação de vídeo game o que pode deixar o efeito datado em uns 10 anos.

E por estas razões que dissemos que o filme além de ter chegado tarde também chegou cedo  porque o futuro está aí e impressiona, mas o futuro não chegou propriamente já que nesses momentos o filme não conseguiu evitar de cair no “vale da estranheza” que é o fenômeno que acontece quando figuras artificiais se comportam de forma muito parecida mas não idêntica à seres humanos o que tende a provocar um incômodo no público, não que achemos que isso danifica a experiência porque, repetimos, na maior parte das vezes o resultado alcançado é muito bom assim como é bem sucedida a aposta que os realizadores decidiram fazer com a alta taxa de frames por segundo.

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