Resenha sobre o Filme Projeto Gemini (PARTE 2)

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Projeto Gemini não se inspira nesses outros ele é tão original quanto, quiçá até mais já que foi realizado até antes da maioria, só que não muda o fato dele ser praticamente “farinha do mesmo saco”, pois, mesmo sendo um projeto original ele chegou tarde, numa época em que tanto a linguagem quanto a maior parte das ideias do roteiro já foram “gastas, usadas e abusadas”, chegou em uma época em que a sua originalidade não é mais tão original, com isso, veja bem não quero dizer que achamos o roteiro de Projeto Gemini ruim, tem um enredo curioso, uma trama digerivel, simpática até, personagens cativantes, gostamos muito do duelo físico e intelectual entre a versão jovem e a mais experiente, de um lado a disposição, o ímpeto e vivacidade típicos da juventude, do outro discernimento, objetividade e sabedoria que tendem há vir com a experiência, isso desperta aquela curiosidade bacana na nossa mente, será que o nosso eu velho conseguiria estabelecer uma conversa sadia com nosso eu mais novo? Será que o jovem teria paciência, interesse e admiração, ou seria teimoso e arrogante? Será que o velho teria alguma coisa a acrescentar e saberia como se comunicar com o mais novo?

Embora esses pontos não sejam largamente explorados pelo roteiro este não deixa de trazer situações interessantes, o problema é que tirando essa ideia do confronto do jovem contra o velho o roteiro é básico e muito mais do mesmo o que infelizmente deixa o filme com uma baita cara de genérico. São sequências de ação eletrizantes? Sim, mas previsíveis e singelas de emoção, cheias daqueles tiroteios “farofas” e genéricos que sabemos muito bem que não vai acertar ninguém, que estão lá só para cumprir tabela.

CONFIRA PARTE 1 NO ARTIGO ANTEIRIOR E A PARTE 3 E A PARTE  FINAL NOS PRÓXIMOS ARTIGOS…

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