Resenha sobre o Filme O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio (PARTE 1)

O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio (Terminator: Dark Fate, 2019) é uma sequência da franquia de ação e ficção científica sobre exterminadores viajantes do tempo, porém, levando em consideração apenas os dois primeiros filmes que foram escritos e dirigidos por James Cameron. Agora que ele retomou os direitos autorais, volta produzindo e palpitando no roteiro. Esta nova trama é dirigida por Tim Miller. O dia do julgamento que traria o fim do mundo como conhecemos não aconteceu. O que não impede que novos viajantes do tempo surjam em 2022 no México. Um deles é uma soldada aprimorada (Mackenzie Davis), que tem a missão de proteger uma moça (Natalia Reyes) do Rev-9, um novo tipo de exterminador ainda mais tecnológico (Gabriel Luna). E como ele é barra pesada, os mocinhos ainda vão contar com a ajuda de rostos conhecidos pelos fãs da franquia: Sarah Connor (Linda Hamilton) e o T-800 (Arnold Schwarzenegger).

A franquia Exterminador do Futuro está gasta, está sofrida, a cada filme aparece mais evidente de que já deu o que tinha de dar, pois nada, após o segundo filme, fez jus ao legado e justificou sua própria realização que não fosse engordar os bolsos dos estúdios executivos. Mas o que ligava todas essas sequências é que elas foram concebidas sem a participação da mente que concebeu esse universo e personagens, desde o roteiro à direção, estamos falando de ninguém mais ninguém menos do que James Cameron, o homem que deu origem a “Titanic” e “Avatar”, além dos dois primeiro filmes de Exterminador do Futuro, que tinha perdido os direitos dessa franquia, porém, quando os direitos voltaram para ele a esperança era que a mente criativa otiginal pudesse dar o gás que a franquia precisava para deixar de respirar por aparelhos e ele voltou mas apenas como produtor, e palpitando na história, mas, infelizmente, isso não parece ter sido o suficiente! Pelo menos, não para fazer as pessoas voltarem acreditar nessa série, pois, como tínhamos dito antes, está muito desgastado e as pessoas se cansaram de sair de casa para mais um caça-níquel qualquer, e isso acabou se refletindo nas bilheterias.

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