Resenha sobre o Filme Cadáver (PARTE 3)

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Se em outras produções a gente imagina que os demônios tem outras pretensões como fugir do inferno e viver na terra, espalhar o mal com duas fêmeas ou contaminar as almas puras, a gente acredita nesse propósito porque é o que o capiroto pode fazer dentro das limitações que os filmes impõe, só que aqui a falta de noção é tamanha que não tem limite, os roteirista deram tanto superpoderes arbitrários ao capiroto que praticamente transformaram ele em um X-Men, aliás, mais que isso, já que à possuída tem habilidade de pelo menos uns quatro super-heróis juntos: se regenerar como Wolverine, mover objetos pesados como a Jean Grey, se teletransportar como o Noturno, ou atravessar paredes como a Lince Negra, e de quebra ainda sobe nas paredes como Homem-Aranha – para que isso tudo? -, ou melhor, podendo fazer tudo isso com o grande propósito de vida, ou melhor de morte, de tocar o terror em um necrotério? Não tem nada melhor à fazer, não?

A, mas é porque ele precisa regenerar o corpo de sua hospedeira antes… mesmo que fosse o caso, e não é porque ela consegue se locomover muito bem além de mover qualquer coisa com telecinese, com todo esse poder como é que ele conseguiu chegar em um estado tão estrupiado que precisasse se regenerar? – e diretor Diederik Van Rooijen o encapetado fazendo uma vítima levitar não tem nada de tão assustador assim para você insistir tanto, tanto e tanto nisso, e pior reciclando a mesma lógica visual todas as vezes -. Enfim, para não dizer que à encapetada não tem limite, até que ela tem um autoimposto e mancomunada com os idealizadores, pois ela age como se soubesse que está no filme e apresenta seus superpoderes gradativamente, qual à razão disto tudo na trama? Em outros filmes tem a desculpa que à entidade se fortalece a partir do medo, aqui à explicação é… não tem! Aliás… tem: é porque o filme precisava de uma crescente narrativa – parece forçado para você? Assim como é forçado ela andar se arrastando depois que já recuperou os movimentos. Porque os realizadores pegaram tudo que é ideia que acharam legais em outros filmes, misturaram tudo com pouca ou nenhuma preocupação e reflexão sobre as cconsequências que uma ideia gera na outra, resultando em uma salada de idéias sub- utilizadas e/ou desorientadas.

CONFIRA A ÚLTIMA PARTE NO PRÓXIMO ARTIGO… E AS OUTRAS PARTES NOS ARTIGOS ANTERIORES. 

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