Previsões para “2050” (PARTE FINAL)

CONTINUAÇÃO…

APOCALIPSE MAMÍFERO

Um quarto das 4 mil espécies de mamíferos do mundo estão ameaçadas de extinção nos próximos 30 anos. Muitos cientistas preveem que poderíamos viver em um mundo sem elefantes, rinocerontes e leões em 2050. Em algumas gerações, metade dos animais nos livros de nossas crianças de hoje não existiria mais. Na verdade, alguns cientistas sugerem que estamos vivendo um período de extinção em massa, como a que matou os dinossauros. Essa “extinção do holoceno” seria a sexta extinção em massa na história da Terra. E sim, é em grande parte devido aos seres humanos.

O ÚLTIMO CARRO À GASOLINA

Embora pareça uma batalha do futuro, a guerra entre carros elétricos e aqueles com motores de combustão tem uma longa história. Até 1900, os carros elétricos eram os protagonistas – menos fedorentos, silenciosos e mais fáceis de operar do que seus primos movidos a combustíveis fósseis. Na época não havia baterias como as de hoje que permitiam grandes autonomias, o que definiu os carros à combustão como o padrão até os dias atuais. Estamos presos ao fato de que o petróleo é finito e pode acabar em breve. Precisamos de um método mais renovável, ou pelo menos mais duradouro, para alimentar nossos veículos. Até 2050, os últimos carros a gasolina serão produzidos nos Estados Unidos e Europa.

O FIM DO TELEFONE FIXO

Que tipo de telefone você possui? Há 25 anos, essa pergunta não tinha muitas respostas além de “um com botões rotativos”. O número de telefones fixos domésticos nos Estados Unidos está caindo a uma taxa de 700 mil por mês e caiu de 139 para 75 milhões entre 2000 e 2008. Em 2050, todos os países desenvolvidos já deverão ter abandonado essa tecnologia.

CIDADES EM DOMOS

Se as previsões estiverem certas, 2050 será um ano muito mais quente do que 2019. Até lá, os países deverão ter que desenvolver tecnologias para contornar problemas, e uma das soluções são cidades protegidas por redomas. Esses domos transparentes protegeriam os habitantes de raios ultravioleta, tempestades de areia, além de possuir um ar comprimido e pressurizado, criando um habitat que poderia ser controlado para regular a qualidade e a temperatura do ar, permitindo o cultivo de alimentos até mesmo em regiões hoje desérticas. Versões ainda melhores dessas estruturas poderiam eventualmente ser feitas em Marte, permitindo que os primeiros humanos se estabeleçam no planeta vermelho.

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