Não Veja: ‘O Velocipastor (2018)’ (PARTE FINAL)

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Pois bem, depois do evento sangrento do cafetão, o padre nanico aceita se tornar um dinossauro – um justissauro. Então, pede ajuda a profissional do inheco-inheco. E aí começa um clipezinho maneiro de tik tok dele: dando uma missa; depois eles se conhecendo melhor; um hip aleatório; ela apalpando os bíceps dele, ele malhando, mais um pouquinho; eles estudando a bíblia; dinossauro comendo gente, comendo outra gente; missa; dinossauro; hóstia; confissão; padre, bandidos, corte na mão, vitral braço, dente – e blá blá blá… muitos cortes – e termina com o padre safadinho dando uma chegada na mina, e a câmera sobe para mostrar a árvore, para fazer uma rima com um cara cheio de marra no meio da moita – sim, agora estamos no covil dos ninjas; e sabe como sabemos disso? Porque seus movimentos são tão rápidos que quando ele se movem faz um barulho no som.

E, como esse filme está em outro patamar… os ninja, aqui, são traficantes também – e se pensamos que eles tremerão ao descobrir sobre o dinossauro que combate a bandidagem na dentada… ingênuos! Ele sorriem malignamente na cara do perigo – sorriem até demais -, sorriem para fazer graça, e depois que passa graça ainda continuam sorrindo. Ok, 42 segundos de riso e um ninja marrento depois, voltamos para história… o padre velho, com a fantasia descolando, vê o padre toquinho se engraçando com a pecadora e vai tirar satisfação, e aí o padrecozinho manda a real que ele a menina tão combatendo o crime na dentada, só que o padrecozão não com gosta nada desse perengolenga e leva o padrecozinho para ser exorcizado. Neste momento – pausa para nos aprofundar na pscic no padre velho através de um flashback, que mostra ele na guerra conversando com um amigo, enquanto uns figurantes, sem um figurino completo, passeiam na maciota pelo cenário – que, por acaso, é o mesmo bosque de sempre.

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