Não Veja: ‘O Exorcista 2: O Herege’ (PARTE FINAL)

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Beleza, mesmo desconectada, a Regan do presente conversa com a Regan possuída do passado, que surge sobreposto em seu rosto com um efeito show, ao mesmo tempo que causa um piripaque não padre Merrin do passado, e também apalpam uma teta da médica no presente que também parece que está sendo assassinada porque de alguma forma os dois se conectaram, enquanto isso a Regan do presente está em uma disputa com a Regan do passado pela teta esquerda da médica, e o padre do presente  fica chocado com essa situação. Confessamos que não entendemos nada, nem o motivo da disputa – a médica tem duas tetas; ah! Mas era o coração que o demônio queria… menos mal -. E, aí, basta o padre dizer apenas: “Em nome de Deus…”, que o demônio desiste da ideia. Nós lembramos desse demônio ser mais insistente outrora – #decepcionado -. E, por fim, a Regan pede para o padre dizer à médica para ela não se lembrar – qual é o propósito dela ter entrado em primeiro lugar, então? -.

E se a Regan já aprendeu a conduzir uma sessão de hipnose, por que ela mesmo não entrou dizer a médica? – quer saber, esquece! Só vamos para frente -. E, claro, a médica não lembrar tinha um propósito narrativo trapaceiro por trás: gerar intriga barata pelo fato dela não acreditar quando o padre fala sobre forças ocultas do mal (o que ele faz enquanto, inexplicável mente, olha para câmera); nisso, a assistente da médica entrega para ele um desenho surrealista fazendo ele pirar, dizendo: – “Doutora, as chamas… Olha, estão crescendo. Estamos atrasados… – aí ele pega a escada de emergência, chega no almoxarifado, encontra uma caixa de brinquedos pegando fogo para gerar uma cena chimbuia em que a médica liga para os bombeiros que informal a mocoronga existência de um negócio chamado ‘extintor de incêndio’, e aí, quando ela pega o treco, olha para o desenho e constata que ele representa perfeitamente o padre tentando apagar o fogo que nem uma porta de elevador com defeito, mas, sobretudo, com umas chaminhas atrás dele que não sabemos como foram parar ali, e, assim como surgem do nada se vão do nada, também.

A questão de toda essa explicação, é: todo o filme foi uma tremenda reprodução “sem noção” que poderia receber o “Framboesa de Ouro EPIC”. Mas, como já dissemos: “Se quiser tirar suas próprias conclusões, vai enfrente!”.

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