Filmes Estranhos: ‘As Ruínas’ (PARTE 1)

As Ruínas (The Ruins, 2008) é um filme terror e suspense com bastante gore dirigido por Carter Smith. Na trama, de férias no México, um grupo de turistas americanos e europeus (Jena Malone, Laura Ramsey, Jonathan Tucker, Shawn Ashmore e Joe Anderson) decidem conhecer ruínas maias remotas que sequer aparecem nos mapas. Chegando lá, são hostilizados por nativos que os mantém sitiados nas ruínas, onde começam a acontecer situações para lá de esquisitas e violentas: as plantas ganharam movimentação e instinto animal e querem devorá-los. Bom, este é o momento de prestigiar mais um review resenha, crítica e análise do nosso Site de Curiosidades na vertente alternativa para filmes independentes, estranhos e esquisitos.

Sabe aquele filme que parece medíocre, tem cara de medíocre, muita gente acha medíocre  mas você acha da horinha e consegue achar valores em meio a uma boa quantidade de coisas realmente medíocres? Pois, para nós, é o caso de ‘As Ruínas’, um filme que não vimos quando chegou no cinema, chegou quase invisivelmente aqui no brasil e certamente teria passado despercebido pelo nosso radar se não tivéssemos visto em algum lugar que ele tinha uma das cenas mais perturbadoras do ano. Sabendo disso, nosso curiosometrô foi lá para cima e dissemos para nós mesmo: “precisamos ver isso!” – se você for curioso como nós certamente está pensando o mesmo nesse exato momento. Mas vamos com calma, não vamos revelar do que se trata, mas já já chegamos nisso; antesmente, primeiro, vamos fazer um apanhado geral dessa pequena pérola menosprezada…

Pois bem, quando vimos ‘As Ruínas’ pela primeira vez ele funcionou muito conosco, nos deixando agoniados desde a instauração da premissa até o fim. Hoje, reassistindo com um senso crítico mais apurado e exigente, percebemos que ele não é o último biscoito/ bolacha recheada no pacote – como talvez, na época, possamos ter achado –  mas ainda assim temos convicções de que ele tem alguns bons méritos que a galera costuma deixar passar, pois, como dissemos, ele tem toda a pinta de filme medíocre: um grupo de jovens turistas, enrascados em um lugar inóspito/hostil e em uma época sem smartphones… – quantas vezes já não vimos isso, não é verdade? É verdade! E, de fato, a narrativa até cai em muitos maneirismos bobocas desse tipo de filme; a começar pelo tempo excessivo até finalmente instaurar a premissa. Não é uma ciência exata, mas os 20 minutos que o filme precisa para finalmente começar a acontecer nos pareceram demais para o caso em questão, e pode gastar um pouco a boa vontade do público para quando as coisas esquisitas começar […].

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