Criaturas Aterrorizantes achados no Rio Amazonas (PARTE 2)

Publicidade:

CONTINUAÇÃO…

PIRARUCU

Também conhecido como arapaima, o pirarucu é um peixe carnívoro gigantesco que vive na Amazônia e nos lagos vizinhos. Eles são envoltos em escamas “blindadas” e se alimentam principalmente de peixes e de pássaros. Os pirarucus tendem a permanecer próximos da superfície, porque precisam respirar absorver o oxigênio do ar através das brânquias. A parte mais assustadora é que eles chegam a quase 3 metros de comprimento e pesam até 90 quilos. Além disso, eles também possuem uma língua e dentes afiados, capazes de devorar tartarugas, cobras e peixes menores.

CACHORRA

Muito ferozes e com dentes pra lá de afiados, esses peixes são capazes de devorar outros menores com até a metade do seu tamanho, que pode passar de 1 metro e 20. Grande parte de sua dieta é composta de piranhas, o que deve lhe dar uma ideia de quão assustadores esses peixes são. Eles também são chamados de vampiros por causa das duas presas que brotam da mandíbula inferior, que podem crescer até 15 centímetros. Eles usam essas presas para literalmente empalar a caça depois de atacá-las violentamente.

PIRANHAS-VERMELHAS

As piranhas são o sinônimo de terror do rio Amazonas. Elas são tão temidas que inspiraram uma série de filmes questionáveis ​​de Hollywood. Mas apesar de sua aparência assustadora, elas não atacam seres vivos saudáveis e sim agem mais como “catadoras”, sendo ataques extremamente raros e resultado geralmente de alguma provocação ou defesa. Seus dentes são interligados, o que os torna perfeitos para rasgar a carne de suas presas, mas elas não são frenéticas como mostram os filmes. Menos mal, não é mesmo?

JACARÉ-AÇU

O Jacaré-Açu é uma espécie endêmica da América do Sul e presente em abundância no Rio Amazonas. Sua espécie também é conhecida como “jacaré-negro”, sendo ela o topo da cadeia alimentar. Esses jacarés podem crescer até seis metros de comprimento, com crânios maiores e mais pesados ​​que os crocodilos do Nilo. Por serem o topo da cadeia alimentar, eles comem quase tudo o que conseguem, incluindo piranhas, macacos, veados e sucuris. Ah, e não devemos nos esquecer dos seres humanos desavisados! Em 2010, uma bióloga foi atacada por um jacaré-açu dentro de sua própria casa flutuante. O que ela não sabia era que o jacaré morava embaixo de sua casa por oito meses, apenas esperando o momento certo para atacar. A bióloga Deise Nishimura conseguiu lutar contra o jacaré, que levou uma de suas pernas. Pesquisadores estimam que existam cerca de oito jacarés para cada habitante da reserva amazônica, uma população grande o suficiente para deixar qualquer visitante em alerta.

Publicidade:

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *