Continuação da Verdadeira história de Coraline

Para quem leu o último artigo sobre à História por de trás do desenho Coraline, logo à baixo verá a continuação do artigo de onde parou.

Porém, não podia mostrá-los pois as duas eram crianças muito boas e que esses seres pequenos só iriam aparecer se elas fossem desobedientes e muito malvadas e, que quanto pior fossem melhor seria à dança.
Ao voltarem para casa acabaram por cair no choro e disseram que queriam muito ver as pequenas pessoas dançando, mas não sabiam como ser travessas…
Quando sua mãe escuta que planejavam ser malvadas ela diz com muita tristeza para as meninas que se elas fossem ruins então teria que embora para bem longe, deixá-las e mandar uma outra mãe em seu lugar com olhos de vidro e calda de madeira. Apesar de sentirem medo sabiam que sua mãe provavelmente estava mentindo então foi até à jovem estranha e contaram o que aconteceu. À jovem lhes assegurou que foi tudo uma mentira e que não existia ninguém com olhos de vidro e calda de madeira, porque isso custaria muito para ser feito, então as duas garotas começaram à ser muito desobedientes, mas mesmo assim, não conseguiram ver os pequenos seres pois não tinham sido más o suficiente. A partir daí, as garotas que outrora eram perfeitamente obedientes, passaram à ser as mais malvadas e malcriadas das crianças; jogavam água no fogo, quebravam as coisas, jogavam comida no chão e deixavam à casa inteira de cabeça para baixo. Até que um dia à mãe das garotas não suportou mais a malcriação e foi embora com seu irmão mais novo, mesmo com um pedido suplicante das meninas pedindo com que ficasse. Depois disso às garotas vão ao encontro da jovem pedindo que pudessem ver o homenzinho e a mulher dançando, mas à jovem afirma que às garotas não conseguiram ser ruins o suficiente e que agora o homenzinho e a mulher foram embora. Desesperadas, Olhos Azuis e Turquia, olham à caixa onde às pequenas pessoas estavam e percebem que ela está vazia, então à jovem também vai embora e diz que à mãe delas jamais voltará e que agora a sua nova mãe está vindo.
Às irmãs vão sozinhas para sua casa vazia e, esperam e esperam por muito tempo, mas a sua mãe não volta. Após muito esperarem elas ouvem uma forte batida na porta e, ao olhar para a janela deparam com uma mulher sombria com um chapéu de cetim preto, um longo braço ossudo, uma bolsa de couro e debaixo de seu chapéu escuro surgem um grande brilho, eram seus olhos de vidro, de repente tudo ficou calmo, até que às garotos ouviram sua nova mãe levantar a calda de madeira e em um instante a pequena porta estava estilhaçada.

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